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sexta-feira, 1 de agosto de 2014
quinta-feira, 31 de julho de 2014
ARTIGOS PUBLICADOS - Cross-docking eficaz requer cuidados, afirmam especialistas
Cross-docking eficaz requer cuidados, afirmam especialistas
Operação de distribuição em que a mercadoria recebida é redirecionada sem uma estocagem prévia, evitando o armazenamento e aumentando o fluxo entre o fornecedor e o fabricante. Assim pode ser definido o cross-docking, processo no qual os produtos são recebidos, separados e encaminhados para seu destino final, podendo tornar mais ágil e eficiente a sistemática da expedição de mercadorias.
Neste formato, a loja mantém um acordo com o fornecedor de modo que este mantenha estoque reservado de X unidades do item Y, fixando-se um tempo de reposição. Ao fechar o pedido, a loja avisa o cliente sobre o prazo de entrega, levando em consideração o prazo de reposição acordado com o fornecedor, o prazo dado ao armazém para procedimentos de recebimento e expedição e o tempo de trânsito. O back office, quando da aprovação do pagamento, dispara o pedido de compra ao fornecedor e fica no aguardo da entrega para continuar o atendimento.
Para o empreendedor virtual, o sistema pode ser um grande aliado para agradar o consumidor e se sobressair à concorrência. De acordo com Fernando Di Giorgi, fundador da Uniconsult Sistemas, empresa especializada em sistemas de back office, quase todas as grandes lojas de comércio eletrônico praticam o cross-docking.
“Um caso clássico foi a venda de tênis pela Americanas.com sem que tivesse ao menos um par em estoque. A Americanas.com vendia tênis a partir da loja da Netshoes, com total garantia da existência de estoque na própria Netshoes. O back office da Americanas.com remetia à Netshoes o pedido de compra consolidado após a confirmação do pagamento dos pedidos. A partir de uma determinada hora de corte, a Netshoes separava a mercadoria, faturava a Americanas.com e remetia a mercadoria à Americanas. O WMS da Americanas.com conferia a mercadoria e, sem armazená-la, enviava a mercadoria à expedição para faturamento”, explica Di Giorgi.
O executivo assinala, no entanto, que o mercado brasileiro não tem tradição de cumprimento de datas de entrega. Para que não haja falhas nas operações do cross-docking e a estratégia atinja os objetivos esperados, é preciso estar atento a determinadas medidas como ter consciência de que o item, quando o estoque estiver zerado, pode ser vendido sem estoque até determinada quantidade diária. Além disso, o back office deve ser capaz de gerar pedido de compra automático ao fornecedor e associar a mercadoria recém chegada aos pedidos que geraram a compra, liberando-os para o atendimento físico. Outra dica é certificar-se de que o WMS evite o armazenamento remetendo a mercadoria diretamente para o faturamento.
Di Giorgi ainda destaca alguns fatores que não podem ser esquecidos antes de adotar a estratégia do cross-docking. “Além da confiabilidade do fornecedor, é preciso evitar épocas de alta demanda, escolher itens de alto valor unitário ou de cauda longa, contar com software integrado e com alto grau de automatismo de modo a não depender da intervenção humana”. pondera.
A consultoria de marketing SkyWalker reforça que, apesar de o cross-docking trazer vários benefícios, como a redução de custos, não se deve utilizar este processo para todos os itens ou armazéns. Cada produto deve ser avaliado conforme suas peculiaridades e deve haver perfeita integração entre fornecedores ou distribuidores. “O investimento em tecnologia da informação também é fundamental, já que esta é uma ferramenta importante para agilizar as operações, resultando em menor número de erros e maior confiabilidade nos parceiros. Dessa forma, os objetivos de toda a cadeia serão alcançados com sucesso”, finaliza Sergio Luiz de Jesus, consultor da SkyWalker.
Operação de distribuição em que a mercadoria recebida é redirecionada sem uma estocagem prévia, evitando o armazenamento e aumentando o fluxo entre o fornecedor e o fabricante. Assim pode ser definido o cross-docking, processo no qual os produtos são recebidos, separados e encaminhados para seu destino final, podendo tornar mais ágil e eficiente a sistemática da expedição de mercadorias.
Neste formato, a loja mantém um acordo com o fornecedor de modo que este mantenha estoque reservado de X unidades do item Y, fixando-se um tempo de reposição. Ao fechar o pedido, a loja avisa o cliente sobre o prazo de entrega, levando em consideração o prazo de reposição acordado com o fornecedor, o prazo dado ao armazém para procedimentos de recebimento e expedição e o tempo de trânsito. O back office, quando da aprovação do pagamento, dispara o pedido de compra ao fornecedor e fica no aguardo da entrega para continuar o atendimento.
Para o empreendedor virtual, o sistema pode ser um grande aliado para agradar o consumidor e se sobressair à concorrência. De acordo com Fernando Di Giorgi, fundador da Uniconsult Sistemas, empresa especializada em sistemas de back office, quase todas as grandes lojas de comércio eletrônico praticam o cross-docking.
“Um caso clássico foi a venda de tênis pela Americanas.com sem que tivesse ao menos um par em estoque. A Americanas.com vendia tênis a partir da loja da Netshoes, com total garantia da existência de estoque na própria Netshoes. O back office da Americanas.com remetia à Netshoes o pedido de compra consolidado após a confirmação do pagamento dos pedidos. A partir de uma determinada hora de corte, a Netshoes separava a mercadoria, faturava a Americanas.com e remetia a mercadoria à Americanas. O WMS da Americanas.com conferia a mercadoria e, sem armazená-la, enviava a mercadoria à expedição para faturamento”, explica Di Giorgi.
O executivo assinala, no entanto, que o mercado brasileiro não tem tradição de cumprimento de datas de entrega. Para que não haja falhas nas operações do cross-docking e a estratégia atinja os objetivos esperados, é preciso estar atento a determinadas medidas como ter consciência de que o item, quando o estoque estiver zerado, pode ser vendido sem estoque até determinada quantidade diária. Além disso, o back office deve ser capaz de gerar pedido de compra automático ao fornecedor e associar a mercadoria recém chegada aos pedidos que geraram a compra, liberando-os para o atendimento físico. Outra dica é certificar-se de que o WMS evite o armazenamento remetendo a mercadoria diretamente para o faturamento.
Di Giorgi ainda destaca alguns fatores que não podem ser esquecidos antes de adotar a estratégia do cross-docking. “Além da confiabilidade do fornecedor, é preciso evitar épocas de alta demanda, escolher itens de alto valor unitário ou de cauda longa, contar com software integrado e com alto grau de automatismo de modo a não depender da intervenção humana”. pondera.
A consultoria de marketing SkyWalker reforça que, apesar de o cross-docking trazer vários benefícios, como a redução de custos, não se deve utilizar este processo para todos os itens ou armazéns. Cada produto deve ser avaliado conforme suas peculiaridades e deve haver perfeita integração entre fornecedores ou distribuidores. “O investimento em tecnologia da informação também é fundamental, já que esta é uma ferramenta importante para agilizar as operações, resultando em menor número de erros e maior confiabilidade nos parceiros. Dessa forma, os objetivos de toda a cadeia serão alcançados com sucesso”, finaliza Sergio Luiz de Jesus, consultor da SkyWalker.
COMO CALCULAR AS TAXAS DE IMPORTAÇÃO TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER
COMO CALCULAR AS TAXAS DE IMPORTAÇÃO TUDO QUE VOCÊ PRECISA SABER
Todos sabemos que ao importar da China e EUA, ou de qualquer outro país estamos sujeitos aos encargos tributários.
Além do valor do produto e do frete, é importante saber o valor dos encargos tributários para ter uma visão geral de quanto seu produto irá custar até chegar em sua residencia.
Neste artigo eu mostrarei tudo que você precisa saber sobre as taxas de importação simplificada e no final do artigo também deixarei um simulador de imposto de importação para ajudar a calcular os encargos da sua encomenda.
Todos sabemos que ao importar da China e EUA, ou de qualquer outro país estamos sujeitos aos encargos tributários.
Além do valor do produto e do frete, é importante saber o valor dos encargos tributários para ter uma visão geral de quanto seu produto irá custar até chegar em sua residencia.
Neste artigo eu mostrarei tudo que você precisa saber sobre as taxas de importação simplificada e no final do artigo também deixarei um simulador de imposto de importação para ajudar a calcular os encargos da sua encomenda.
IMPORTAÇÃO POR PESSOA FÍSICA OU SIMPLIFICADA
Todo produto que for comprado fora do território nacional é passível de pagamento de taxas de importação.
Para entender a importação por pessoa física, nada melhor do que ler a lei na íntegra.
Art. 3o A DSI (Declaração Simplificada de Importação) apresentada de conformidade com o estabelecido no caput do art. 2o poderá ser utilizada no despacho aduaneiro de bens:
I – importados por pessoa física, com ou sem cobertura cambial, em quantidade e frequência que não caracterize destinação comercial, cujo valor não ultrapasse $ 3,000.00 (três mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda;
II – importados por pessoa jurídica, com ou sem cobertura cambial, cujo valor não ultrapasse US$3.000.00 (três mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda.
Isenções
Remessas no valor total de até US$ 50.00 (cinquenta dólares americanos) não pagam impostos, desde que o remetente e o destinatário sejam pessoas físicas.
Medicamentos, destinados à pessoa física, sendo que no momento da liberação do medicamento, o Ministério da Saúde exige a apresentação da receita médica.
Livros, jornais e periódicos impressos em papel não pagam impostos.
(art. 150, VI, “d”, da Constituição Federal);
Há algumas mercadorias com exceção para pagamento de imposto: Livros, jornais, Softwares e Medicamentos (desde que seja apresentada a receita médica e liberado pela Anvisa).
No site da Receita Federal você verá que o limite para importação via regime simplificado é de $ 3.000, mas esta é uma informação incompleta. O limite é de $ 500.
Todo produto que for comprado fora do território nacional é passível de pagamento de taxas de importação.
Para entender a importação por pessoa física, nada melhor do que ler a lei na íntegra.
Art. 3o A DSI (Declaração Simplificada de Importação) apresentada de conformidade com o estabelecido no caput do art. 2o poderá ser utilizada no despacho aduaneiro de bens:
I – importados por pessoa física, com ou sem cobertura cambial, em quantidade e frequência que não caracterize destinação comercial, cujo valor não ultrapasse $ 3,000.00 (três mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda;
II – importados por pessoa jurídica, com ou sem cobertura cambial, cujo valor não ultrapasse US$3.000.00 (três mil dólares dos Estados Unidos da América) ou o equivalente em outra moeda.
Isenções
Remessas no valor total de até US$ 50.00 (cinquenta dólares americanos) não pagam impostos, desde que o remetente e o destinatário sejam pessoas físicas.
Medicamentos, destinados à pessoa física, sendo que no momento da liberação do medicamento, o Ministério da Saúde exige a apresentação da receita médica.
Livros, jornais e periódicos impressos em papel não pagam impostos.
(art. 150, VI, “d”, da Constituição Federal);
Há algumas mercadorias com exceção para pagamento de imposto: Livros, jornais, Softwares e Medicamentos (desde que seja apresentada a receita médica e liberado pela Anvisa).
No site da Receita Federal você verá que o limite para importação via regime simplificado é de $ 3.000, mas esta é uma informação incompleta. O limite é de $ 500.
Na importação simplificada o imposto de importação é calculado da seguinte forma:
Imposto de Importação = 60% * (Custo da Mercadoria + Custo do Frete) + ICMS
As encomendas enviadas de pessoa física para pessoa física e com valor declarado inferior a US$ 50 não pagam a alíquota de 60%.
Mas se sua encomenda for enviada cujo o remetente seja uma Pessoa Jurídica, você será taxada(o) independente do valor.
Mesmo se você compra uma mercadoria cujo o valor é de $10 dólares poderá ser taxado não adianta declarar como gift (presente), se você enviado por um pessoa jurídica não tem para onde correr.
Atenção; no dia 2/ junho de 2014 os correios informam que vai cobra um tarifa de R$ 12 – em todas as encomendas cujo o valor esteja entre $50 a $500 dólares, ele afirmam que é para “cobrir os custos das atividades postais realizadas na nacionalização das encomendas internacionais”.
Ao compra qualquer produto no exterior o comprador precisará pagar o imposto de 60% sobre o valor total do produto, além disso alguns estados cobram ICMS sobre a mercadoria.
O que você deve saber é que o ICMS é calculado encima do valor do produto mais o imposto de 60%, isso mesmo é um imposto encima do imposto, Esta é a realidade do nosso Brasil.
Para o pior caso, que é o do estado do Rio de Janeiro, cujo o valor do ICMS é de 19% o custo de importação será o seguinte:
Custo de importação = (90,4% * Custo da Mercadoria) + Tarifa
Custo real do ICMS -> 160% * 19% = 30,4%
Custo total do imposto -> 60% + 30,4% = 90,4%
Custo do imposto = (90,4% * Custo da Mercadoria)
Cada estado possui sua própria alíquota de ICMS, Veja qual é o seu.
- ICMS em Minas Gerais – 18%
- ICMS no Rio de Janeiro – 19%
- ICMS na Bahia – 17%
- ICMS em São Paulo – 18%
- ICMS no Acre – 17%
- ICMS no Espírito Santo – 17%
- ICMS no Pará – 17%
- ICMS em Pernambuco – 17%
- ICMS em Alagoas – 17%
- ICMS no Maranhão – 17%
- ICMS em Rondônia – 17%
- ICMS no Rio Grande do Norte – 17%
- ICMS no Rio Grande do Sul – 17%
- ICMS em Santa Catarina – 17%
- ICMS em Sergipe – 17%
- ICMS no Tocantins – 17%
- ICMS no Amapá – 17%
- ICMS em Goiás -17%
- ICMS em Roraima – 17%
- ICMS no Amazonas – 17%
- ICMS no Mato Grosso – 17%
- ICMS no Mato Grosso do Sul – 17%
- ICMS no Ceará – 17%
- ICMS no Distrito Federal – 17%
- ICMS na Paraíba – 17%
- ICMS no Paraná – 18%
- ICMS no Piauí – 17%
Essa tarifa se aplica no RTS (Regime de Tributação Simplificado) e abrange compras de $50 (cinquenta dólares) até $500 (quinhentos dólares).
Acima disso o procedimento é mais complexo.
Entre $ 500 e $3.000 é necessário fazer um desembaraço aduaneiro parecido ao de uma importação tradicional, porém os Correios podem efetuar o desembaraço para você usando o importar fácil.
Muito cuidado ao pedir para a loja ou seu amigo/parente para colocar um valor menor , pois se os fiscais não concordar com o valor estipulado e abrir caixa e pesquisam o preço na Internet ou na tabela contendo valores típicos para várias categorias de produtos, normalmente arbitrando um valor maior do que o verdadeiro valor da mercadoria.
Portanto não tente dar uma de “esperto”.
Neste artigo eu deixo algumas dicas para reduzir as chances de ser tributado.
Se você foi taxado e não concorda com o valor do imposto você poderá contestar o valor do imposto veja como fazer isso no artigo Guia prático: Aprenda a contestar uma tributação equivocada
Imposto de Importação = 60% * (Custo da Mercadoria + Custo do Frete) + ICMS
As encomendas enviadas de pessoa física para pessoa física e com valor declarado inferior a US$ 50 não pagam a alíquota de 60%.
Mas se sua encomenda for enviada cujo o remetente seja uma Pessoa Jurídica, você será taxada(o) independente do valor.
Mesmo se você compra uma mercadoria cujo o valor é de $10 dólares poderá ser taxado não adianta declarar como gift (presente), se você enviado por um pessoa jurídica não tem para onde correr.
Atenção; no dia 2/ junho de 2014 os correios informam que vai cobra um tarifa de R$ 12 – em todas as encomendas cujo o valor esteja entre $50 a $500 dólares, ele afirmam que é para “cobrir os custos das atividades postais realizadas na nacionalização das encomendas internacionais”.
Ao compra qualquer produto no exterior o comprador precisará pagar o imposto de 60% sobre o valor total do produto, além disso alguns estados cobram ICMS sobre a mercadoria.
O que você deve saber é que o ICMS é calculado encima do valor do produto mais o imposto de 60%, isso mesmo é um imposto encima do imposto, Esta é a realidade do nosso Brasil.
Para o pior caso, que é o do estado do Rio de Janeiro, cujo o valor do ICMS é de 19% o custo de importação será o seguinte:
Custo de importação = (90,4% * Custo da Mercadoria) + Tarifa
Custo real do ICMS -> 160% * 19% = 30,4%
Custo total do imposto -> 60% + 30,4% = 90,4%
Custo do imposto = (90,4% * Custo da Mercadoria)
Cada estado possui sua própria alíquota de ICMS, Veja qual é o seu.
- ICMS em Minas Gerais – 18%
- ICMS no Rio de Janeiro – 19%
- ICMS na Bahia – 17%
- ICMS em São Paulo – 18%
- ICMS no Acre – 17%
- ICMS no Espírito Santo – 17%
- ICMS no Pará – 17%
- ICMS em Pernambuco – 17%
- ICMS em Alagoas – 17%
- ICMS no Maranhão – 17%
- ICMS em Rondônia – 17%
- ICMS no Rio Grande do Norte – 17%
- ICMS no Rio Grande do Sul – 17%
- ICMS em Santa Catarina – 17%
- ICMS em Sergipe – 17%
- ICMS no Tocantins – 17%
- ICMS no Amapá – 17%
- ICMS em Goiás -17%
- ICMS em Roraima – 17%
- ICMS no Amazonas – 17%
- ICMS no Mato Grosso – 17%
- ICMS no Mato Grosso do Sul – 17%
- ICMS no Ceará – 17%
- ICMS no Distrito Federal – 17%
- ICMS na Paraíba – 17%
- ICMS no Paraná – 18%
- ICMS no Piauí – 17%
Essa tarifa se aplica no RTS (Regime de Tributação Simplificado) e abrange compras de $50 (cinquenta dólares) até $500 (quinhentos dólares).
Acima disso o procedimento é mais complexo.
Entre $ 500 e $3.000 é necessário fazer um desembaraço aduaneiro parecido ao de uma importação tradicional, porém os Correios podem efetuar o desembaraço para você usando o importar fácil.
Muito cuidado ao pedir para a loja ou seu amigo/parente para colocar um valor menor , pois se os fiscais não concordar com o valor estipulado e abrir caixa e pesquisam o preço na Internet ou na tabela contendo valores típicos para várias categorias de produtos, normalmente arbitrando um valor maior do que o verdadeiro valor da mercadoria.
Portanto não tente dar uma de “esperto”.
Neste artigo eu deixo algumas dicas para reduzir as chances de ser tributado.
Se você foi taxado e não concorda com o valor do imposto você poderá contestar o valor do imposto veja como fazer isso no artigo Guia prático: Aprenda a contestar uma tributação equivocada
TRIBUTANDO UMA INCRÍVEL FERRAMENTA PARA CALCULAR O IMPOSTO IMPORTAÇÃO
Para acessar a ferramenta deixo acesse: http://www.tributado.net
Para acessar a ferramenta deixo acesse: http://www.tributado.net
Como utilizar a Ferramenta
1. Aqui você encontra o valor do dólar atual em REAL (esse valor e atualizado automaticamente).
2. Você deve escolher a modalidade de frete.
3. Selecione para qual Estado o produto será enviado.
4. Digite o valor do produto em dólares.
5. Digite o custo do frete também em dólares.
E pronto caso eu seja taxado numa compra de $US 80,00 com frete Grátis sem imposto irá lhe custar cerca R$ 162,32 reais.
Agora caso seja cobrado às taxas de importação o produto irá custar R$ 259,71 reais. Esse é o nosso Pais!!!.
Espero ter tirado as duvidas dos amigos internautas.
Se você já enfrentou algum problema relacionado com a tributação de mercadorias, participe deixando seus comentários sobre as suas experiências em importações.
1. Aqui você encontra o valor do dólar atual em REAL (esse valor e atualizado automaticamente).
2. Você deve escolher a modalidade de frete.
3. Selecione para qual Estado o produto será enviado.
4. Digite o valor do produto em dólares.
5. Digite o custo do frete também em dólares.
E pronto caso eu seja taxado numa compra de $US 80,00 com frete Grátis sem imposto irá lhe custar cerca R$ 162,32 reais.
Agora caso seja cobrado às taxas de importação o produto irá custar R$ 259,71 reais. Esse é o nosso Pais!!!.
Espero ter tirado as duvidas dos amigos internautas.
Se você já enfrentou algum problema relacionado com a tributação de mercadorias, participe deixando seus comentários sobre as suas experiências em importações.
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